Sobre mim

Professor universitário na Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões - URI - Campus de Erechim. Mestre em Ciências Criminais pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS. Especialista em Advocacia no Direito Digital e Proteção de Dados pela EBRADI. Graduado em Direito pela URI – Campus de Erechim. Coautor e coorganizador dos livros "Violência, Crime e Segurança Pública: Perspectivas Contemporâneas em Ciências Criminais" e “Ciências Criminais, Atualidade e Crítica: Penal, Processo Penal e Criminologia em Debate”. Conselheiro Subseccional da OAB/RS Subseção Erechim. Conselheiro da Associação das Advogadas e dos Advogados Criminalistas do Estado do Rio Grande do Sul - ACRIERGS. Advogado Criminalista.

Verificações

Andrey Henrique Andreolla, Advogado
Andrey Henrique Andreolla
OAB 107.818/RS VERIFICADO
O Jusbrasil confirmou que esta OAB é autêntica
Assinante
Desde Outubro de 2021

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Direito Penal, 25%

É o ramo do direito público dedicado às normas emanadas pelo Poder Legislativo para reprimir os d...

Direito Militar, 25%

Ramo do Direito relacionado à legislação das Forças Armadas. Tem a sua origem no Direito Romano, ...

Direito de Internet, 25%

Campo do Direito que se propõe a estudar aspectos jurídicos do uso da Internet e na importância d...

Direito Civil, 25%

É o principal ramo do direito privado. Trata-se do conjunto de normas (regras e princípios) que r...

Comentários

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Andrey Henrique Andreolla, Advogado
Andrey Henrique Andreolla
Comentário · há 9 anos
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Andrey Henrique Andreolla, Advogado
Andrey Henrique Andreolla
Comentário · há 9 anos
Fernando, o objetivo não era fazer a estatística, como mencionastes. É claro que temas mais graves, como estes, encontram uma resistência maior. Se fores analisar estatísticas, verás que a maior incidência de pessoas presas é pelo cometimento de crimes contra o patrimônio e tráfico de drogas. E o "percurso abolicionista" surge como alternativa e, mais importante ainda, como crítica às consequências da pena de prisão (que, como já mencionei, é superlotada, em sua maioria, por crimes contra o patrimônio e relacionados às drogas - e não somente por aqueles que citou em seu comentário). Não estou generalizando e trazendo, com o tema, uma solução pronta para todo o sistema penal - apenas apresentando um caminho alternativo. Portanto, o objetivo aqui, tendo em vista a realidade prisional que temos hoje, é trazer propostas de um caminho que, além de novas alternativas, também faz uma dura crítica a algo que não funciona - e é a partir da crítica e do debate acerca de novas formas de resolver os males de nossa sociedade que encontraremos soluções melhores, mais justas e humanas. Soluções, realmente, já que a prisão é só uma consequência por um problema anterior. Por meio das críticas, então, há de se buscar meios para que o problema, futuramente, não venha a acontecer. E, quando tivermos de punir, que não seja cometendo um crime tão grave ou até maior do que aquele cometido pelo autor do delito. Obrigado pelo comentário, o debate é sempre importante!
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